sábado, 11 de fevereiro de 2012
Soneto
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Beija-flor

Beija-flor!!!!
Lindos, pequenos, rápidos, multicoloridos,... Tantos adjetivos para essa bela ave. Rodando pela internet achei várias fotos incríveis sobre beija-flores.
O beija-flor, colibri ou cuitelo é uma ave da ordem Apodiformes, que inclui apenas a família Trochilidae e seus 108 gêneros. Existem 322 espécies conhecidas. No Brasil, alguns gêneros recebem outros nomes, como os rabos-brancos do gênero Phaethornis ou os bicos-retos do gênero Heliomaster. No antigo sistema classificativo, a família Trochilidae integrava a ordem Apodiformes, juntamente com os andorinhões. Entre as características distintivas do grupo, contam-se o bico alongado, a alimentação à base de néctar, 8 pares de costelas, 14 a 15 vértebras cervicais, plumagem iridescente e uma língua extensível e bifurcada.
Reino: AnimaliaFilo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Apodiformes
- Características físicas
O esqueleto e constituição muscular dos beija-flores estão adaptados de forma a permitir um vôo rápido e extremamente ágil. São as únicas aves capazes de voar em marcha-ré e de permanecer imóveis no ar. O batimento das asas é muito rápido e as espécies menores podem bater as asas 70 a 80 vezes por segundo. Em contraste, as patas dos beija-flores são pequenas demais para a ave caminhar sobre o solo. As fêmeas são em geral maiores que os machos, mas apresentam coloração menos intensa.Vivem em média 12 anos e seu tempo de incubação é de 13 a 15 dias.- Comportamento
A alimentação dos beija-flores é baseada em néctar (cerca de 90%) e artrópodes, em particular moscas, aranhas e formigas. Os beija-flores são poligâmicos.
Polinização: Entre os animais que visitam flores em busca de alimento, os beija-flores são os mais conhecidos, pelos tons metálicos da sua plumagem e a capacidade de visitar flores pairando no ar. Os beija-flores precisam de grandes quantidades de néctar diariamente, para suprir a energia necessária ao seu esvoaçar contínuo. O néctar das flores visitadas por beija-flores é um alimento altamente energético, contendo cerca de 20% de açúcares, sendo que a quantidade de néctar disponível varia com o tamanho e tipo de flor.
As flores visitadas por beija-flores em geral são tubulosas e e apresentam cores vivas, com tonalidades que variam do vermelho ao alaranjado. Esse conjunto de cores e formas permite prever que o polinizador de uma determinada flor seja um beija-flor. As flores da sálvia e do cipó-de-são-joão representam bem os tipos visitados por beija-flores. Entretanto, algumas flores polinizadas por essas aves podem ser azuis ou brancas, como as de certos caraguatás. Nesse caso, as brácteas ou alguma outra parte da planta apresentam cor avermelhada, que atrai a atenção dos beija-flores.- Alguns beija-flores também buscam néctar em flores que são polinizadas por outros tipos de animais, como abelhas, borboletas ou morcegos. Quando isso ocorre, nem sempre há um ajuste entre o tamanho e o tipo de flor e o tamanho do bico do beija-flor. Quando a flor é grande demais, pode ocorrer a 'pilhagem de néctar'. Nesse tipo de visita, o beija-flor retira o néctar sem tocar nas partes reprodutivas da planta e, portanto, não realiza a polinização. Beija-flores pequenos, como o besourinho-de-bico-vermelho são pilhadores habituais.
- Ao visitar as flores em busca de néctar, os beija-flores podem adotar dois modos distintos: estabelecem territórios ou percorrem rotas alimentares. Os dois modos resultam em diferenças na polinização. Quando estabelece território, o beija-flor transporta pólen entre as flores da mesma planta ou de plantas próximas entre si. Já a territorialidade, portanto, resulta em menor número de plantas na polinização. Na ronda alimentar, por outro lado, o beija-flor transporta pólen entre as flores de um maior número de indivíduos, distantes entre si, possibilitando assim maior variabilidade genética.
- Alimentação artificial
Em áreas com desequílibrio da vegetação natural ou mesmo em certos períodos do ano, quando há maior escassez de alimento, os beija-flores tendem a se especializar nos bebedouros. A hipótese é que essa fase de especialização pode provocar um desequílibrio no organismo do animal, debilitando o seu sistema imunológico. Foi observado, principalmente nestes períodos de escassez, um aumento de doenças nestes pássaros, especialmente aquelas provocadas por fungos. Isso provavelmente pode ter origem na carência de alguns nutrientes que normalmente seriam encontrados em fontes naturais de alimento, como o néctar e artrópodes. Com a adição de sal na dieta líquida, percebeu-se um aumento na resistência às doenças, tornando-se incomum ver pássaros enfermos. Desta forma, além da troca diária da calda açucarada, é aconselhável acrescentar também uma pequena pitada de sal (NaCl). Na dosagem, o exagero de sal prejudica os pássaros, assim o ideal seria imitar a concentração do soro fisiológico.- Referências culturais
Foto aérea da imagem de beija-flor estilizado nas linhas de Nazca no Peru
Os beija-flores estão representados:
No brasão de armas e na moeda de 1 cêntimo de Trinidade e Tobago.
Nas linhas de Nazca.
Na cédula de R$ 1,00.
No símbolo da Prefeitura Municipal de Betim, Minas Gerais.
Na música Cuitelinho, do folclore de Minas Gerais.
Na música brasileira Ai que Saudade D'ocê.
Ai Que Saudade D'Ocê (Geraldo Azevedo)
Não se admire se um diaUm beija-flor invadir
A porta da tua casa
Te der um beijo e partir
Fui eu que mandei o beijo
Que é pra matar meu desejo
Faz tempo que eu não te vejo
Ai que saudade de ocê
Se um dia ocê se lembrar
Escreva uma carta pra mim
Bote logo no correio
Com frases dizendo assim
Faz tempo que eu não te vejo
Quero matar meu desejo
Te mando um monte de beijo
Ai que saudade sem fim
E se quiser recordar
Aquele nosso namoro
Quando eu ia viajar
Você caía no choro
Eu chorando pela estrada
Mas o que eu posso fazer
Trabalhar é minha sina
Eu gosto mesmo é de ocê
Referência Bibliográfica http://pt.wikipedia.org/wiki/Beija-flor
domingo, 8 de janeiro de 2012
A maior das aves de rapina: Harpia harpyja
Entre os animais que eu tenho loucura, está a bela ave. E com certeza, quando eu tiver coragem de fazer as tatuagens que eu quero, esta magnífica terá lugar de destaque.
Seguem abaixo alguns dados mais a classificação taxonômica da AVE DAS AVES.
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Accipitriformes / Falconiformes
Família: Accipitridae
Gênero: Harpia
Espécie: H. harpyja (sistema binomial) Harpia harpyja (Lineu, 1758)
- Nomes vulgares: gavião-real ou uiraçu-verdadeiro - em oposição ao uiraçu-falso (Morphnus guianensis), outra espécie de ave de rapina menor e de aparência muito semelhante.
- Envergadura de 2,5 metros e peso de até 10 quilogramas.
- Ambos os sexos têm uma crista de penas largas que levantam quando ouvem algum ruído. Como as corujas, elas têm um disco facial de penas menores que pode focar ondas sonoras para melhorar suas capacidades auditivas.
- Características físicas: olhos pequenos, um longo topete, a crista com duas penas maiores e uma cauda com três faixas cinzentas, que pode medir até 2/3 do comprimento da asa. Esta ave da família Accipitridae possui asas largas e redondas, pernas curtas e grossas, e dedos extremamente fortes, com enormes garras, capazes até de levantar um carneiro do chão. Sua cabeça é cinza, o papo e a nuca, negros, e o peito, a barriga e a parte de dentro das asas, brancos. Tem entre 50 a 90 centímetros de altura, uma envergadura de até 2,5 metros e um peso variando entre 4 e 5,5 quilogramas quando macho e entre 6 e 9 quilogramas quando fêmea.
- Alimentação: predadores tremendamente eficazes, com garras mais compridas do que as de um urso-cinzento. É uma águia adaptada ao voo acrobático em ambientes florestais de espaços fechados.
- Hábitat: florestas tropicais e a espécie se dispersa geograficamente do México à Bolívia, na Argentina e em grande parte do Brasil, notadamente no Amazonas, vivendo em árvores altas, dentro de vasta mata, onde constrói seus ninhos. Habitava as matas brasileiras de forma abrangente. Hoje pode ser encontrado na Amazônia e visto raramente na Mata Atlântica. Na região amazônica da Guiana, onde foi bem estudado, verificou-se que é um predador sobretudo de mamíferos.
- Hábitos: rápida e possante em suas investidas,tão forte fisicamente que consegue erguer um carneiro sem maiores dificuldades.
- Voa alternando rápidas batidas de asa com planeio. Tem um assobio longo e estridente e, nas horas quentes do dia, costuma voar em círculos sobre florestas e campos próximos.
- As H. harpyja conservam energia se empoleirando silenciosamente, vendo e ouvindo por longos períodos de tempo. Elas caçam com curtas e rápidas investidas. As fêmeas, maiores, caçam presas mais pesadas do que os menores, mais ágeis e rápidos machos. Estas técnicas complementares podem aumentar as chances de sucesso na obtenção de comida. Grandes presas, como preguiças e macacos, costumam ser consumidas parcialmente até poderem ser transportadas para o ninho.
- Alimentação: composta de animais de porte médio, como aves, macacos, preguiças até macacos maiores como os bugio.
- Elas caçam pelo menos dezenove espécies de animais, dezesseis destas são arborícolas.Em cativeiro são alimentadas com carne, pequenos animais como ratos, etc.
- Reprodução: assim como as águias em geral, são monogâmicas, unindo-se por toda a vida.
- Ninhos em árvores muito altas, com galhos bem separados, de até 40 metros de altura.
- O casal dá uma cria a cada dois ou três anos. O período reprodutivo vai de junho a novembro e o período de incubação é de 2 meses.
- As fêmeas depositam um ovo ou dois, mas, caso ambos os ovos sejam incubados com sucesso, em condições naturais somente o primogênito sobrevive, já que o filhote maior invariavelmente matará o menor (este "cainismo" é comum a várias espécies de águia, e permite estratégias de conservação baseadas na remoção do filhote menor do ninho para criação artificial).
- O filhote testa suas asas com seis meses. No entanto, fica sob os cuidados dos pais, sendo alimentado, por outros seis a dez meses, mantendo, assim, uma longa dependência.
- A maturidade sexual é atingida aos quatro ou cinco anos e o indivíduo pode retornar ao mesmo ninho em que nasceu.
- Perigos à sua sobrevivência: destruição de seu habitat (necessita de grandes áreas para viver). Atualmente, a H. harpyja encontra-se praticamente restrita à floresta amazônica.
- É ameaçada pela caça predatória por ser considerada perigosa para as criações de animais domésticos.
- De acordo com a ONG estadunidense Peregrine Fund, que se dedica à proteção internacional de aves de rapina diurnas, a H. harpyja é uma espécie "dependente de conservação", na medida em que o declínio da espécie em toda a sua área de ocorrência, produzido principalmente pelo desmatamento, exige políticas ativas de conservação e/ou reprodução em cativeiro, que impeçam que a ave se torne uma espécie imediatamente ameaçada de extinção. O Peregrine Fund realizou, aliás, algumas experiências bem sucedidas de criação em cativeiro e libertação de H. harpyja em uma reserva florestal no Panamá.
- Curiosidades:
- Por causa do tamanho e ferocidade do animal, os primeiros exploradores na América Central nomearam estas águias em função das monstruosas meio-mulheres/meio-águias da mitologia grega clássica.
- A H. harpyja é o pássaro nacional e está desenhada no brasão do Panamá.
- Está desenhada no brasão de armas do Estado do Paraná.
- É o símbolo e estampa o escudo da tropa de elite da Polícia Federal do Brasil, o Comando de Operações Táticas.
- Faz parte do simbolo do 4º Batalhão de Aviação do Exército Brasileiro, e também denomina um esquadrão da Força Aérea Brasileira, o 7º/8º Esquadrão Hárpia.
- É o designativo das aeronaves do Núcleo de Operações e Transporte Aéreo da Polícia Militar do Espírito Santo.
- É o animal que artistas desenharam para criar 'Fawkes a fênix' para o filme Harry Potter e a Câmara Secreta.
- É capaz de exercer uma pressão de 42 kgf/cm² (4,1 MPa ou 530 lbf/in²) com suas garras. Ela pode erguer mais de 3/4 de seu peso.
- Garras são tão fortes que são capazes de esmigalhar um crânio humano.
- É a águia mais pesada da atualidade e a águia-das-filipinas é a única águia viva que se compara a ela em tamanho. Entretanto, a extinta águia-de-haast da Nova Zelândia era aproximadamente 50% maior do que ela.
- Dá nome ao projeto de inteligência artificial mantido pelo SERPRO.
- Em 15 de janeiro de 2009 nasceu um filhote de harpia no Refúgio Biológico de Itaipu. Com 100 gramas de massa, é o primeiro filhote a nascer com sucesso em cativeiro no sul do Brasil.[3]
- ↑ Raptors (em Inglês). IOC World Bird List. Página visitada em 13 de Outubro de 2010.
- ↑ Harpia harpyja ITIS, the Integrated Taxonomic Information System].
- ↑ "Ave rara no Brasil nasce no Refúgio Biológico de Itaipu". . (página da notícia visitada em 21/01/2009)
- http://pt.wikipedia.org/wiki/Harpia
- http://pt.wikipedia.org/wiki/Harpia_(mitologia)
- ↑ a b Higino, Fabulae, XIV, Argonautas reunidos
- ↑ a b Higino, Fabulae, XIX, Fineu
- ↑ [ Bulfinch, Thomas , O Livro de Ouro da Mitologia: Histórias de Deuses e Heróis, Ediouro
- ↑ Hesíodo, Teogonia, 265-269
- ↑ Higino, Fabulae, Prefácio
- Harpia harpyja (Linnaeus, 1758) Encyclopedia of Life.
- Harpia harpyja BirdLife International 2007. Threatened Birds of the World 2008.
- sagrado-feminino.blogspot.com
- aamazoniaenossa.blogspot.com
- bocadaonca.com
- andersonanimals.blogspot.com
- nitroimagens.com.br
- avesnicaragua.org
- osihvas.lapunk.hu
- Harpia harpyja, rapina, fauna brasileira, ameaçados de extinção, Animalia, Chordata, Aves, Accipitriformes, Falconiformes, Accipitridae, biologia.
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Buda e a Flor de Lótus
Entre minhas flores preferidas está a Flor de Lótus. Pela sua história, seu misticismo e sua simbologia. Todas as flores pertencentes ao gênero Nymphaea são incrivelmente belas: Abaixo a classificação taxonômica e um pouco da história sobre o mito entre Buda e a Flor de Lótus.O segredo da saúde mental e corporal está em não se lamentar pelo passado, não se preocupar com o futuro, nem se adiantar aos problemas, mas, viver sabia e seriamente o presente.(Buda)
Classificação científica
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Nymphaeales
Família: Nymphaeaceae
Gênero: Nymphaea
Espécies
- Nymphaea alba L.
- Nymphaea amazonum Mart. et Zucc.
- Nymphaea ampla (Salisb.) DC.
- Nymphaea blanda G.F.W. Meyer
- Nymphaea caerulea Savigny
- Nymphaea capensis Thunb.
- Nymphaea conardii Wiersema
- Nymphaea ×daubenyana W.T. Baxter ex Daubeny
- Nymphaea elegans Hook.
- Nymphaea glandulifera Rodschied
- Nymphaea jamesoniana Planch.
- Nymphaea leibergii Morong
- Nymphaea lotus L.
- Nymphaea mexicana Zucc.
- Nymphaea micrantha
- Nymphaea odorata Ait.
- Nymphaea rudgeana G.F.W. Mey. (Aguapé-da-meia-noite)
- Nymphaea tetragona Georgi
- Nymphaea ×thiona Ward
Referências bibliográficas
http://pt.wikipedia.org/wiki/Nymphaea
http://dimensaodocorpo.blogspot.com/2009/08/buda.html
http://ziguezaguepost.blogspot.com/2008/05/o-verdadeiro-simbolismo-da-flor-de.html
https://floresdelotus13.wordpress.com/tag/flor-de-lotus-2/
http://ew-willianlira.blogspot.com/2011/01/flor-de-lotus.html
http://hospedagem.infolink.com.br/nostradamus/tantra.htm
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Quase férias!
As férias nem começaram mas já sinto um vazio! Estranho é sentir falta dos meus pequenos grandes e grandes pequenos.
Descansem queridos. Aproveitem as férias, recarreguem as baterias, tirem fotos, viajem, leiam, sorriam, abracem... divirtam-se!
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Meu livro queridinho da faculdade.
Todos possuem um livro com o qual se identificam durante a faculdade - aquele que torna-se seu livro queridinho. O meu foi o Zoologia Geral (Storer/Usinger/Stebbins/Nybakken).
Lembro que foi meu primeiro livro, sacrificado pois eu estava com pouco dinheiro na época (tipica estudante).
Na época podíamos até copiar algumas partes do livro mas como eu iria usar o livro durante o curso inteiro achei que valia a pena o investimento. E valeu.
O livro não é cheio de figurinhas coloridas (com exceção da capa). Ele possui na maioria das vezes fotos e esquemas em preto e branco mas é incrivelmente direto e com informações suficientes, na medida certa.
Não é um livro muito pequeno eu sei, mas aos poucos fui me apaixonando de forma que ele se tornou minha Bíblia de Zoologia.
E foi assim, me acompanhando toda semana durante os anos de faculdade que ele tornou-se meu queridinho. Depois ele ficou juntinho também na pós-graduação e vira e meche eu procuro mais informações nele.
Então fica a dica para quem gosta de ser bem informado, ou gosta de animais ou está cursando algo relacionado a biologia.
Outro dia falo mais de outros livros.
Hoje mesmo, estudando, eu corri para tirar minhas dúvidas nele.
Beijos.
Vegetais
- Plantas sem sementes (criptógamas) e sem sistema condutor (avasculares).
- Podem apresentar talo ereto (musgos) ou prostrado (hepáticas e antóceros).
- Ambientes úmidos, com pouca luminosidade.
- Classificação:As briófitas costumam ser divididas em três grupos: Hepaticae, Anthocerotae e Musci.
- Foram os primeiros vegetais a formarem grandes florestas que dominaram a terra. Seus fósseis deram origem à hulha ou carvão mineral.
- Primeiros vegetais que se adaptaram à vida terrestre, apresentando tecidos verdadeiros, porém não possuem tecidos de condução ou flores.
- Sãos os musgos e as hepáticas
- Reprodução sexuada e assexuada. Seus órgãos reprodutores são os anterídios e os arquegônios.
- Plantas sem sementes (criptógamas), dotadas de vasos condutores de seiva (vasculares ou traqueófitas). Vegetais terrestre, com tecidos verdadeiros, inclusive os de condução.
- Corpo organizado em raiz, caule (rizoma) e folhas.
- Muitas pteridófitas vivem em ambientes úmidos, semelhantes ao das briófitas, mas algumas podem habitar ambientes relativamente secos. Existem algumas espécies que vivem em água doce.
- Classificação: A classe mais conhecida é a Filicinae, que reúne as samambaias e avencas.
- Reprodução: Assexuada e sexuada. Também não tem flores e seus órgãos reprodutores também são os anterídos e arquegônios.
- Na reprodução sexuada, há alternância de gerações.
- Algumas samambaias se reproduzem assexuadamente por meio de estolões (brotos do rizoma).
2) Fanerógamas – órgãos reprodutivos aparentes (sementes e/ou flores). Inclui Gimnospermas e Angiospermas.
- Plantas com sementes (espermatófitas), dotadas de vasos condutores de seiva (vasculares).
- Têm ramos reprodutivos especializados (estróbilos em gimnospermas e flores em angiospermas).
- Habitat: são encontradas em todos os ambientes terrestres. Há poucas espécies aquáticas, de água doce.
- Classificação
- Gimnospermas (do grego gymnos, nu, e esperma, semente), sementes expostas (nuas)
- Angiospermas (do grego aggeion, vaso), apresentam sementes alojadas dentro de frutos.
- Gimnospermas, (do latim gymn, “desnuda” e do grego sperma, “semente”), nome que recebem as plantas vasculares que formam sementes, mas carecem de flores. Primeiros vegetais a apresentar flores, que são incompletas e não formam ovário. Por isso mesmo produzem sementes nuas, sem frutos.Sua inflorescência é chamada de estóbilo
- Compreendem vários grupos: cicadófitas, ginkgos, coníferas e gnetófitas.
- Diferenciam-se das angiospermas pelo fato de que as sementes não estão encerradas em carpelos, mas sim dispostas sobre escamas organizadas em cones.
- São as plantas com sementes mais antigas e, ao que parece, procedem de fetos do Devoniano.
- As gimnospermas são abundantes nos climas temperados e raras no Brasil.
- Classificação científica: As gimnospermas estão organizadas em quatro filos: Cycadophyta, Ginkgophyta, Pinophyta e Gnetophyta.
- Angiospermas, nome comum da divisão ou filo que contém as plantas com flor, que constituem a forma de vida vegetal dominante.
- São os vegetais mais desenvolvidos, com flores completas em que o óvulo é produzido dentro de um ovário, cujas paredes se transformam no fruto. Pertencem a esse grupo quase todas as plantas arbustivas e herbáceas, a maior parte das árvores, salvo pinheiros e outras coníferas, e plantas mais especializadas, como suculentas, epífitas e aquáticas.
- O elemento mais característico das angiospermas é a flor, cuja função é assegurar a reprodução da planta mediante a formação de sementes. Estas são formadas a partir de um óvulo envolvido por um ovário que, conforme cresce a semente fecundada, se desenvolve até converter-se em fruto.
- No final de 1998, foram encontrados na China os resíduos fósseis da mais antiga angiosperma que se conhece. Com 140 ou 150 milhões de anos, a planta, que recebeu o nome científico de Archaefructus liaoningensis, pertence ao grupo das angiospermas do período jurássico; tem a mesma idade dos dinossauros e antecede em 25 milhões de anos a primeira planta com flor de que se tinha notícia até então.
- A flor é formada por até quatro tipos de folhas modificadas. As sépalas, que envolvem o capulho, são as peças mais externas. Em seguida, encontram-se as pétalas, que atraem os polinizadores, tanto pela cor como pelo cheiro segregado por certas glândulas. Mais para o interior há um ou dois círculos de estames produtores de pólen, que são os órgãos de reprodução masculinos. Os pistilos, formados por estigma, estilete, ovário e óvulo, são as peças mais internas. O carpelo recebe o grão de pólen e, se se produz fecundação, forma o fruto. Acredita-se que o carpelo evoluiu como meio de proteção contra insetos devoradores de óvulos e contra outros elementos nocivos do meio.
- Classificação científica: Angiospermas é a denominação comum da divisão Magnoliophyta. O grupo das Angiospermas divide-se em duas classes: Magnoliopsida e Liliopsida, conhecidas como dicotiledôneas e monocotiledôneas.
- Monocotiledôneas
- Um cotilédone na semente
- Raízes fasciculadas com células com reforço em "u" na endoderme. Geralmente não engrossam.
- Caules com estrutura astélica (atactostélica), com feixes condutores em que o xilema e o floema não estão separados pelo câmbio(colaterais fechados), e por isso, salvo raras exceções, não engrossam.
- Folhas com nervuras paralelas, estômatos nas duas epidermes (anfiestomáticas), mesófilo indiferenciado ou simétrico.
- Flores geralmente homeoclamídeas (com perigônio formado por sépalas) e trímeras.
- Dicotiledôneas
- Dois cotilédones na semente
- Raízes axiais com "estrias de Caspari" nas células da endoderme. Geralmente engrossam,
- Caules com estrutura eustélica, com feixes de condutores em que o xilema e o floema estão separados pelo câmbio. Normalmente engrossam.
- Folhas com nervuras ramificadas (reticuladas ou peninervas), estômatos apenas na epiderme inferior (hipoestomáticas),
- Flores heteroclamídeas (com perianto formado por sépalas e pétalas diferentes). Dímeras, tetrâmeras ou pentâmeras.
- Anotações pessoais 2005
- www.portalsaofrancisco.com.br
- http://trabalhos.hd1.com.br/criptogamas.html
- http://www.passeiweb.com
Thanks for visiting! There is the option to translate this site in the top left corner.
Obrigada pela visita! Existe a opção de tradução deste site no canto superior esquerdo.
Благодарим за посещение! Существует возможность перевести сайт в верхнем левом углу.
Gracias por su visita! Existe la opción de traducir este sitio en la esquina superior izquierda.
Danke für Ihren Besuch! Es besteht die Möglichkeit, diese Seite in der linken oberen Ecke zu übersetzen.
Hvala za razumevanje! Obstaja možnost, da to mesto v zgornjem levem kotu.
Dank je wel! Er is de mogelijkheid om deze site te vertalen in de linker bovenhoek.
Terima kasih kerana melawat! Terdapat pilihan untuk menterjemahkan laman web ini di sudut kiri atas.
Dėkojame, kad lankotės! Yra galimybė išversti šį puslapį į viršutinį kairį kampą.
















