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terça-feira, 26 de agosto de 2014

Nova superbactéria da Gonorreia.

Superbactéria
Os cientistas dão status de superbactéria a espécie que resistir ao tratamento antibiótico. Geralmente, estes tipos matam cerca de metade das pessoas que atacam.
O cientista norte americano, Alan Christianson, fundador do centro de pesquisa Integrative Health Care, alertou os especialistas da área médica para a existência de um novo tipo de gonorreia (doença sexualmente transmissível). Em entrevista ao site CNBS, ele afirmou que a espécie HO41 é devastadora e tem os mesmos efeitos da Aids.
— A pessoa que tiver esta gonorreia poderá entrar em choque e morrer em questão de dias. Isso é muito perigoso.
Apesar de quase 30 milhões de pessoas já terem morrido de causas relacionadas ao HIV em todo o mundo, Christianson ainda disse que que o efeito desta bactéria "é mais direto" que a Aids.
— Esta bactéria é mais agressiva e pode afetar as pessoas mais rapidamente.
Segundo o diretor executivo da Coalizão Nacional de Administração de DST (Doenças Sexualmente Transmissíveis),  William Smith, "conforme o tempo passa, a bactéria fica cada vez mais perigosa". Esta espécie gonorreia foi descoberta no Japão há dois anos em uma mulher de 31 anos de idade. ¹



Uma nova forma poderosa de gonorreia (DST — Doença Sexualmente Transmissível) vem assustando cientistas e médicos em todo o mundo. Após um paciente ser internado na Austrália por causa da doença, pesquisadores constataram que a variação da bactéria presente no homem tem a maior resistência aos medicamentos para a doença já registrada.

A descoberta resultou em um alerta de saúde no país e em países vizinhos. Clínicas de saúde sexual estão em alerta máximo e se preparando para uma possível disseminação da bactéria no local.
De acordo com o presidente da Sociedade de Saúde da Austrália, Edward Coughlan, a maioria dos antibióticos desenvolvidos nos últimos 70 anos foi inútil no tratamento da infecção e não há novas opções de tratamento em um futuro próximo.
― Este é um grande problema de saúde que estamos enfrentando no momento, não vemos um remédio capaz de combater essa bactéria.
Ocasos da “superbactéria” já foram registrados em outros países. Nos últimos anos, registros da doença surgiram no Japão, Havaí, Califórnia e Noruega. ²


sexta-feira, 2 de maio de 2014

Avanços na pesquisa contra a AIDS

Cientistas descobriram uma proteína encontrada em corais australianos que pode impedir infecção do vírus HIV.

Segue cópia da matéria disponível na Revista Galileu.

Uma proteína encontrada em corais da Austrália impede que o vírus da imunodeficiência humana (HIV) penetre nas células do sistema de imunidade do corpo, segundo um novo estudo. A pesquisa liderada por Barry O'Keefe, do Instituto Nacional do Câncer, foi apresentada na reunião anual de Biologia Experimental em San Diego (Califórnia).
As proteínas, chamadas cnidarinas, foram encontradas em corais recolhidos nas águas do litoral norte australiano, e os pesquisadores se focaram nelas após examinarem milhares de extratos naturais no acervo biológico do Instituto Nacional do Câncer.
O'Keefe disse que a proteína bloqueia a infecção do HIV em concentrações de uma mil milionésima grama, suficiente para impedir que ocorra a primeira passagem da transmissão do vírus: a penetração do vírus na célula do sistema de imunidade, conhecida como célula T. As cnidarinas se enlaçam com o vírus e impedem que ele se funda com a membrana da célula T, o que é muito diferente do que se viu com outras proteínas, motivo pelo qual os cientistas acreditam que as cnidarinas têm um mecanismo de ação único.
A descoberta abre a possibilidade de adaptar essas proteínas para usá-las em géis e lubrificantes sexuais que brindem uma barreira contra a infecção do HIV. Koreen Ramesssar, membro da equipe de pesquisa, destacou que as cnidarinas poderiam adequar-se a esses produtos, que bloqueiam a infecção sem depender da disposição do homem a usar preservativo, e ao mesmo tempo não tornam o vírus resistente a outros remédios.
O passo seguinte neste estudo é o aprimoramento dos métodos para produzir proteínas cnidarinas em grandes quantidades que possam ser usadas a fim de identificar efeitos secundários ou sua atividade contra outros tipos de vírus.

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