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quinta-feira, 24 de abril de 2014

O lugar certo

Você conhece a filosofia do camelo?

Vou contar! Esta é uma história que não sei de quem se originou. Mas é bem interessante, para nos fazer pensar!


Uma mãe e um bebê, camelos, estavam por ali, à toa, quando de repente o bebê camelo perguntou:

- Por que os camelos têm corcovas?

- Bem, meu filhinho, nós somos animais do deserto, precisamos das corcovas para reservar água e por isso mesmo somos conhecidos por sobreviver sem água.

- Certo, e por que nossas pernas são longas e nossas patas arredondadas?

- Filho, elas são assim para permitir caminhar no deserto. Sabe, com essas pernas longas, mantemos nosso corpo mais longe do chão do deserto que é mais quente que a temperatura do ar e assim ficamos mais longe do calor. Quanto às patas arredondadas podemos nos movimentar melhor, devido à consistência da areia! - disse a mãe.

- Certo! Então, por que nossos cílios são tão longos? De vez em quando eles atrapalham minha visão.


- Meu filho! Esses cílios longos e grossos são como uma capa protetora para os olhos. Eles ajudam na proteção dos olhos quando atingidos pela areia e pelo vento do deserto! - respondeu a mãe com orgulho.



- Tá. Então a corcova é para armazenar água enquanto cruzamos o deserto, as pernas para caminhar através do deserto e os cílios são para proteger meus olhos do deserto. Então o que é que estamos fazendo aqui no Zoológico?

Então, qual é a moral desta história?


“Ter habilidades, conhecimento, capacidades e experiências, só são úteis se você estiver no lugar certo!"

Texto: www.bomdiahoje.com.br

domingo, 26 de janeiro de 2014

Homens de verdade são gentis: com todos os seres vivos.

Me encanta saber que existem pessoas por ai que além de respeitarem a natureza, tomam a iniciativa de fazer algo a favor de uma vida. Digo vida, sem classificar. Apenas o estado de ter vida já merece respeito. Os animais tem uma energia maior, algo mágico que sempre me chamou a atenção.

Hoje ficamos com 2 histórias de Homens que fizeram a diferença.

Carinho e dedicação definem o trabalho do jovem que resgatou um beija-flor caído no quintal de sua casa. O filhote havia sido atacado por outra ave quando perdeu suas forças e, machucado, precisou pousar no jardim. Além de alimentar e cuidar da limpeza das penas, do bico e das patinhas, o adolescente ensinou o filhote a voar. (Fonte)
 
Já no segunda história, outro homem decidiu fazer a diferença. Até mesmo porque eu não entenderia como alguém NORMAL, com coração bombeando sangue para o corpo, consegue ver um animal agonizar e não fazer nada.
 
Ao receber a notícia de que havia um ganso preso no meio de um lago congelado em Lake Watauga, no estado norte-americano do Tennessee, Tommy Lynch, diretor da empresa responsável pela segurança do local, simplesmente disse que não havia como resgatar a ave. Para Lynch, o resgate poderia colocar em risco a vida de um dos membros de sua equipe.
A resposta não satisfez Neel Deshpande. Enquanto curiosos e visitantes do parque usavam celulares para registrar e postar nas redes sociais imagens do animal preso, o funcionário decidiu contrariar as ordens da chefia e investir na possibilidade de resgatar o animal. 
Já no final da tarde, ele usou um caiaque para deslizar sobre a camada de gelo que cobria o lago. Com calma, ele chegou até o lugar onde estava a ave e usou um martelo para soltar o bichinho. 
Na sequência, ele colocou o ganso no caiaque e usou uma corda para voltar à margem do lago, onde dezenas de pessoas o aguardavam para parabenizá-lo por seu ato de coragem e respeito aos animais. 
Com hipotermia e grande parte de sua penas congeladas, o pássaro foi levado a um hospital veterinário do estado (fonte do texto)

domingo, 1 de dezembro de 2013

Desabafo de uma bióloga.

"IMPLORAMOS A MISERICÓRDIA DE DEUS, MAS NEGAMOS PIEDADE AOS ANIMAIS, PARA QUAL SOMOS UM DEUS!"   (Buda)


Estou em uma profunda fase de questionamentos éticos profissionais. Vejo tantos colegas realizarem testes em animais, se alimentarem deles... Enfim. É complicado quando se estuda profundamente a vida animal, pelo menos para mim, se alimentar deste animal. Sempre foi. Isso é uma história antiga, desde antes da faculdade, antes de eu pensar em ser vegetariana já havia essa inquietação, esse questionamento sobre gostar de alguns animais e matar outros para me alimentar deles. Parecia-me (e aparece) estranho e repugnante a criação de animais em confinamentos, em massa (aos milhares) privando-os de uma vida em liberdade, privando-os de poderem viver de forma natural e ainda matá-los e após isso, esquartejá-los e ainda depois vender essas partes de cadáveres e as pessoas comprarem.
O mundo tem mais animais de pecuária do que pessoas nas cidades. Como você acha que a indústria alimenta estes animais criados apenas pelo lucro da venda de seus corpos? (Vista-se)
Alguns alegam que essa é a ordem "natural" das coisas. Mas que ordem é essa? Onde está escrito? A ecologia afirma que isso acontece de forma natural?
Já pensaram em animais em suas teias ecológicas? Eles caçam o necessário e se alimentam de forma natural, com alimento in natura, sem necessidade de cozimento, condimentos e outras frescuras necessárias nos preparos de alimentos da maioria dos "humanos". Isso pra mim é natural. Participar desse ciclo ecológico e de suas teias. O que não é natural é a banalização da escravidão animal. O que não é natural é o abate de forma "natural". Pra mim, escorrer litros de sangue de animais e fingir que eles não sofrem NÃO ME É NATURAL.

A cultura da alimentação de carne (mamíferos e seus leites e derivados, aves, peixes, répteis e até insetos e seus produtos!) para mim é uma proposta capitalista. Sim CA-PI-TA-LIS-TA. É uma máquina que globaliza e torna normal o consumo de animais. Pessoas ganham dinheiro vendendo, pessoas gastam dinheiro comprando pois ambos são movidos a padrões impostos. O capitalismo continua condicionando pessoas a fazer o que eles querem e nisso os animais são tratados como coisas.

Quando se compra restos de animais mortos e seus produtos (ou carnes, leites, queijos, ovos...) você financia e apóia o processo de produção cruel e holocausto animal.
Não existe abate humanitário. Todo assassinato a um animal é cruel.
Te incomoda esses termos? 
Queria palavras bonitinhas? 
Não há beleza nesse processo. É só tristeza, dor, sofrimento e sangue. É isso que você quer colocar na sua boca?
Fonte

Não meus queridos, nós não somos carnívoros. Leões, hienas, cães, jacarés, serpentes... eles são predadores. Estudem as formas que esses animais vivem, a sua fisiologia, a sua anatomia e então verão que possuem padrões e o maior deles é a forma de alimentação (predação), a quantidade de indivíduos predadores sempre será inferior à quantidade de presas, seu nicho ecológico é diferente. E nós não somos predadores. Pelas leis ecológicas não somos.
Também não somos onívoros. O ser humano é adaptado para comer carne principalmente por padrões sociais.
Já sabemos que vegetarianos e veganos adoecem menos, tem mais disposição, vivem mais e melhor... Pesquisem o índice de doenças na população vegana, conversem com eles... Vocês verão que é falso o mito do vegano magro, anêmico e sem graça. Agora pesquisem as doenças de pessoas comuns (que se auto entitulam "onívoras").
Nós somos herbívoros: nosso sistema digestório é herbívoro. Vejam nossa dentição por exemplo. Comparem nossa dentição à dentição dos predadores. A diferença é gritante.
Percebam os dentes!

  • Incisivos - dentes da frente, com forma de lâmina, que têm como função cortar os alimentos; 
  • Caninos - dentes laterais, compridos e afiados, usados para espetar e rasgar;
  • Molares - dentes de trás, largos e rugosos, usados para triturar.

Características da dentição dos mamíferos carnívoros:
a) Dentição completa;
b) Caninos aguçados e muito maiores que os restantes dentes;
c) Molares com cristas pontiagudas.

Ah não me venha falar sobre a evolução do cérebro. Por favor, não me faça gastar meus dedos teclando palavras sobre isso. 
10 000 anos para o desenvolvimento humano gente. Em menos de 200 anos já conseguimos detonar com o planeta. Definitivamente somos os errados. Nossa espécie tem muito o que se dedicar a aprender sobre ecologia antes de se auto exterminar porque esse será o fim de nossa espécie.

A questão é:
- O que você faz pelo planeta?
- Você vai continuar financiando esse sistema?

Eu decidi ser a mudança que eu quero para o mundo.
Seja também!

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Animais incríveis: Dragões reais.


A PONTE PARA O SEMPRE

Pensamos que, às vezes, não restou um só dragão.

Não há mais qualquer bravo cavaleiro, nem uma única princesaa passear por florestas encantadas.

Pensamos,, às vezes, que a nossa era está além das fronteiras, além das aventuras. Que o destino já passou do horizonte e se foi para sempre.

É um prazer estar enganado.

Princesas e cavaleiros, encantamentos e dragões, mistério e aventura... não existem apenas aqui e agora, mas também continuam a ser tudo o que já existiu nesse mundo.

Em nosso século, só mudaram de roupagem. As aparências se tornaram tão insidiosas que as princesas e cavaleiros podem se esconder uns dos outros, podem se esconder até de si mesmos.

Contudo, os mestres da realidade ainda nos encontram, em sonhos,
para nos dizerem que nunca perdemos o escudo de que precisamos contra os dragões; que uma descarga de fogo azul nos envolve agora, a fim de que possamos mudar o mundo como desejarmos.

A intuição sussurra a verdade!
Não somos poeira, somos magia!
Feche os olhos e siga sua intuição.
Richard Bach

Hora de se render aos encantos dos verdadeiros dragões, pequenos porém encantadores.


Repülő sárkány - Draco volans from REPTILE PLANET on Vimeo.


Draco volans - Referência

Classificação científica
Reino: Animalia
Filo:  Chordata
Subfilo: Vertebrata
Classe: Reptilia
Ordem: Squamata
Subordem: Sauria
Família: Agamidae
Gênero: Draco (Linnaeus, 1758) 

Draco é uma gênero de lagartos da família Agamidae, vulgarmente chamados dragões-voadores, que se distinguem pelas suas membranas em forma de "asa" que lhes permitem planar de árvore em árvore.¹

_______________Atenção: as aves voam, outros animais planam!




Os Draco são arborícolas insectívoros e, embora não sejam capazes de voo auto-propulsionado, conseguem planar distancias até 60 metros (Uau!!!!), perdendo apenas 10 metros em altura, o que é uma distancia considerável atendendo a que esses lagartos medem cerca de 20 cm.¹



Reprodução:
A única ocasião em que um destes lagartos se aventura no chão é quando uma fêmea está pronta para por os ovos - ela desce da árvore onde está e faz um ninho cavando um buraco no chão com a cabeça; então põe entre 3 e 5 ovos e volta a encher o buraco. Ela vigia o ninho durante cerca de 24 horas mas depois abandona-o e não tem mais nenhum contacto com as suas crias.
Linnaeus atribuiu o nome a este gênero a partir da palavra latina para os dragões mitológicos. ¹




Draco volansReferência

Draco volans - Referência


Um dragão jamais pertence a, nem mora com alguém. Seja uma pessoa banal igual a mim, seja unicórnio, salamandra, harpia, elfo, hamadríade, sereia ou ogro. Duvido que um dragão conviva melhor com esses seres mitológicos, mais semelhantes à natureza dele, do que com um ser humano. Não que sejam insociáveis. Pelo contrário, às vezes um dragão sabe ser gentil e submisso como uma gueixa. Apenas, eles não dividem seus hábitos.
Caio F Abreu


1 Wikipedia - Draco ( Ross. Flying DragonsExtraordinary Animals: An Encyclopedia of Curious and Unusual Animals (em Inglês). [S.l.]: Greenwood Publishing Group, 2007. Capítulo: 4 . Getting from A to B: Solutions to the Problem of Movement. , 298 p. p. 122-124)
adaf


domingo, 17 de fevereiro de 2013

Animais incríveis: Tucanaçu

(veja a imagem em seu local original)


Classificação Científica: 
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Piciformes
Família: Ramphastidae (Vigors, 1825)
Espécie: R. toco
Nome Científico: Ramphastos toco (Statius Muller, 1776)
Nome em Inglês: Toco Toucan



(veja a imagem em seu local original)

Habitat: florestas da América do Sul, da Amazônia ao Paraguai, Bolívia e Argentina. Encontrado na região central do Brasil. Não encontrado na faixa litorânea de nosso País.
Nomes vulgarestucano-toco, tucanuçu, tucanaçu, tucano-grande e tucano-boi.
Longevidade: 20 anos
Peso: aproximadamente 550 gramas.
Penugem: negra com papo branco e mancha vermelha abaixo da cauda.
Hábito alimentar: onívoro - Frutas, sementes, pequenos invertebrados e artrópodes, chegando a se alimentar de ovos e pequenas aves. Para ingerir, lança o alimento para o alto, para trás, direcionando-o para a garganta e o engole.
Características marcantes

  • grande bico (tecido ósseo esponjoso) amarelo-alaranjado de até 20 cm de comprimento, altamente resistente e cortante que movimenta-se como pinça na captura de alimentos. Apesar das características deste órgão, o bico é altamente leve.
  • Pálpebras azuis ao redor dos olhos circundados por uma faixa amarela.

Reprodução: o ninho é feito em troncos ocos de árvores, sempre no alto ou em cupinzeiros. Bota de 2 à 4 ovos e a incubação dura em média 18 dias. Nessa época o macho alimenta a fêmea que fica no ninho para proteger seus ovos e filhotes de seus principais predadores: macacos e gaviões.
(veja a imagem em seu local original)

Hábitos: vivem em pares ou bando, voando de forma organizada em fila indiana. Dorme virando a cabeça para trás e posicionando o bico sobre o corpo diminuindo seu tamanho em até 2/3 e ocupando menos espaço nos troncos ocos onde outros de sua espécie repousam.

Referências bibliográgicas:
Wikiaves. Tucanaçu
O Eco: O grande tucano-toco apartidário

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Arca de Noé


Imagem 1: The Animals Entering Noah’ Ark (Entrada de los animales en el arca de Noé), ca. 1570, Jacopo Bassano (called Jacopo da Ponte, Italian High Renaissance Painter, ca.1510-1592), Oil on canvas, 207 x 265 cm, Museo del Prado, Madrid, Spain.

A Arca de Noé era, segundo a religião abraâmica, um grande navio construído por Noé, a mando de Deus, para salvar a si mesmo, sua família e um casal de cada espécie de animais do mundo, antes que viesse o Grande Dilúvio da Bíblia. A história é contada em Gênesis 6-12, assim como no Alcorão e em outras fontes.

Conforme a tradição bíblica, Deus decidiu destruir o mundo por causa da perversidade humana, mas poupou Noé, o único homem justo da Terra em sua geração, mandando-lhe construir uma arca para salvar sua família e representantes de todos os animais e aves. A certa altura, Deus interrompeu o Dilúvio, fazendo as águas recuarem e as terras secarem. A história termina com um pacto entre Deus e Noé, assim como com sua descendência.

Mas, no século XIX, o desenvolvimento da Geologia e da Biogeografia tornaram difícil sustentar uma interpretação literal da história. A partir de então, os críticos da Bíblia mudaram sua atenção para a origem e os propósitos seculares da arca; no entanto, os intérpretes literais da Bíblia continuam a ver a história narrada como chave para sua compreensão da Bíblia e agora exploram a região das montanhas do Ararat, no nordeste da Turquia, onde a arca estaria descansando.¹

Fatos religiosos a parte, hoje, com tantos problemas climáticos que ameaçam a biosfera, vários cientistas tentam preservar as espécies vivas através de técnicas que privilegiam principalmente informações genéticas, análises ambientais e ecologia.
E é a genética que se destaca, pois é ali, a nível biomolecular, que estão as informações mais incríveis sobre todos os seres vivos.
Uma das iniciativas que merecem grande destaque e que foi apresentada em 19 de dezembro de 2012 pelo site G1, foi a criação de um banco de sementes e genes de animais, pelo Frozen Ark, criado em 1996. Neste local encontram-se genes de animais ameaçados ou não de extinção. Em minha opinião esta é uma iniciativa imensurável para a história da ciência.
Idealizado pela Faculdade de Biologia da Universidade Nottingham, no Reino Unido, o projeto já conta com o apoio de ao menos 15 instituições de várias partes do planeta, como China, Nova Zelândia e Estados Unidos.
Segundo os organizadores, atualmente já existem preservadas em laboratórios mais de 46 mil amostras de DNA de animais vertebrados e invertebrados. A partir do material armazenado, será possível ler o código genético do animal, reconstruir suas proteínas e outras moléculas, além de obter informações sobre sua história evolutiva.
Mas, o mais importante é que estas células congeladas, presentes em amostras de tecido, espermatozoides ou mesmo ovos, poderão ser usadas posteriormente para introduzir a variação genética conservada em animais criados em cativeiro.²
Imagem 2: Imagem do momento em que as amostras de semente de arroz e milho chegam ao Banco de Sementes de Svalbard, na Noruega (Foto: Divulgação/Embrapa)²





Outro projeto que visa principalmente criar um banco de reservas (sementes) de alimentos para o planeta é o Banco Internacional de Sementes de Svalbard, localizado numa pequena ilha da Noruega e que foi inaugurado em 2008.
O "cofre alimentar " foi instalado na região do Ártico com uma infraestrutura capaz de armazenar 4,5 milhões de amostras de sementes de todas as espécies cultivadas pelo homem.Com apoio da FAO, braço da Organização das Nações Unidas para a Agricultura, o banco foi escavado em rochas geladas a 70 metros de profundidade e será mantido a uma temperatura de -18 ºC. Ao menos cem países já enviaram amostras de grãos, cereais e outros tipos de alimentos para conservação, inclusive o Brasil.
A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que preserva os recursos genéticos na forma de sementes resfriadas a – 20 ºC desde 1960, enviou no último mês de outubro amostras de arroz e milho, e em breve deve enviar amostras de feijão.²

A iniciativa de preservar sementes já é feita em alguns países. Porém a iniciativa em manter, em um só local, várias amostras, torna tudo mais organizado e eficaz.

Imagem 3: Amostras de semente de arroz que foram enviadas pela Embrapa a Banco de Sementes de Svalbard, na Noruega (Foto: Divulgação/Embrapa)²



REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1 - Wikipédia: A arca de Noé -
2 - G1: 'Arcas de Noé' protegem sementes e genes de animais para o futuro

p.s.: Imagens retiradas das seguintes fontes:
Imagem 1.
Imagens 2 e 3: reportagem (G1) e

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