A classificação científica da família Phylliidae é a seguinte:
Reino: Animalia
Filo: Arthropoda
Classe: Insecta
Ordem: Phasmatodea
Família: Phylliida
e (Redtenbacher, 1906)
Gêneros:
- Chitoniscus
- Microphyllium
- Nanophyllium
- Phyllium
- †Eophyllium
Carinho e dedicação definem o trabalho do jovem que resgatou um beija-flor caído no quintal de sua casa. O filhote havia sido atacado por outra ave quando perdeu suas forças e, machucado, precisou pousar no jardim. Além de alimentar e cuidar da limpeza das penas, do bico e das patinhas, o adolescente ensinou o filhote a voar. (Fonte)
Ao receber a notícia de que havia um ganso preso no meio de um lago congelado em Lake Watauga, no estado norte-americano do Tennessee, Tommy Lynch, diretor da empresa responsável pela segurança do local, simplesmente disse que não havia como resgatar a ave. Para Lynch, o resgate poderia colocar em risco a vida de um dos membros de sua equipe.
A resposta não satisfez Neel Deshpande. Enquanto curiosos e visitantes do parque usavam celulares para registrar e postar nas redes sociais imagens do animal preso, o funcionário decidiu contrariar as ordens da chefia e investir na possibilidade de resgatar o animal.
Já no final da tarde, ele usou um caiaque para deslizar sobre a camada de gelo que cobria o lago. Com calma, ele chegou até o lugar onde estava a ave e usou um martelo para soltar o bichinho.
Na sequência, ele colocou o ganso no caiaque e usou uma corda para voltar à margem do lago, onde dezenas de pessoas o aguardavam para parabenizá-lo por seu ato de coragem e respeito aos animais.
Com hipotermia e grande parte de sua penas congeladas, o pássaro foi levado a um hospital veterinário do estado (fonte do texto)
A águia é o nome comum dado a algumas aves de rapina da família Accipitridae, geralmente de grande porte, carnívoras, de grande acuidade visual. O nome é atribuído a animais pertencentes a gêneros diversos e não corresponde a nenhuma clade taxonômica. Por vezes, dentro de um mesmo gênero ocorrem espécies conhecidas popularmente por gavião ou búteo. Suas principais presas são: coelhos, esquilos, cobras, marmotas e outros animais, principalmente roedores, de pequeno porte. Algumas espécies alimentam-se de ovos de outros pássaros e peixes.
(Fonte)
Costumam fazer seus ninhos em locais altos como, por exemplo, topo de montanhas e árvores de grande porte.Existem diversas espécies de águias, as mais conhecidas são: Águia-de-cabeça-branca, águia-gritadeira, águia marcial, águia-malaia, águia-dourada-européia e águia-impérial-ibérica.
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| Leirus quinquestriatus |
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| Lagarta |
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| Pepsis sp. (marimbondo) |
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| Euspinolia ornatula, Família
Multilidae, vespa sem asas. |
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| Cyphochilus insulanus |
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| Ninfa de Miridae (percevejo) |
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| Abelha com pólen |
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| Lepidoptera. |
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| Louva-a-deus devorando uma lagartixa. |
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| Cycloramphus sp. |
Uma nova espécie de rã até então desconhecida pela ciência foi descoberta por pesquisadores da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). Com 3 centímetros de tamanho, pouco maior que a unha de um polegar, segundo o professor da UFRRJ Hélio Ricardo da Silva, o anfíbio do gênero Cycloramphus foi localizado no parque Cunhambebe, na Região Metropolitana do Rio.
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| Cycloramphus sp. |
(...) O animal é frágil e habita uma área muito específica, na parte alta da queda d'água. A parte baixa foi represada há tempos para que o recurso natural fosse usado pela população de Itaguaí, diz Silva. "Esta espécie deveria ocorrer no rio todo, mas do ponto em que fizeram a represa para baixo ela não existe mais", pondera.
(...) Se desmatassem o entorno da cachoeira, as rãs descobertas talvez não sobrevivessem, reflete o professor. "Na área identificada, o animal é abundante. Então não dá para dizer que é uma espécie em extinção. Estamos avaliando a biologia dela ainda, as características."
(...) "Do ponto de vista da biologia, nós nos preocupamos em entender a história das espécies do planeta", pondera.


O beija-flor, colibri ou cuitelo é uma ave da ordem Apodiformes, que inclui apenas a família Trochilidae e seus 108 gêneros. Existem 322 espécies conhecidas. No Brasil, alguns gêneros recebem outros nomes, como os rabos-brancos do gênero Phaethornis ou os bicos-retos do gênero Heliomaster. No antigo sistema classificativo, a família Trochilidae integrava a ordem Apodiformes, juntamente com os andorinhões. Entre as características distintivas do grupo, contam-se o bico alongado, a alimentação à base de néctar, 8 pares de costelas, 14 a 15 vértebras cervicais, plumagem iridescente e uma língua extensível e bifurcada.
Reino: Animalia
O esqueleto e constituição muscular dos beija-flores estão adaptados de forma a permitir um vôo rápido e extremamente ágil. São as únicas aves capazes de voar em marcha-ré e de permanecer imóveis no ar. O batimento das asas é muito rápido e as espécies menores podem bater as asas 70 a 80 vezes por segundo. Em contraste, as patas dos beija-flores são pequenas demais para a ave caminhar sobre o solo. As fêmeas são em geral maiores que os machos, mas apresentam coloração menos intensa.Vivem em média 12 anos e seu tempo de incubação é de 13 a 15 dias.
Polinização: Entre os animais que visitam flores em busca de alimento, os beija-flores são os mais conhecidos, pelos tons metálicos da sua plumagem e a capacidade de visitar flores pairando no ar. Os beija-flores precisam de grandes quantidades de néctar diariamente, para suprir a energia necessária ao seu esvoaçar contínuo. O néctar das flores visitadas por beija-flores é um alimento altamente energético, contendo cerca de 20% de açúcares, sendo que a quantidade de néctar disponível varia com o tamanho e tipo de flor.
As flores visitadas por beija-flores em geral são tubulosas e e apresentam cores vivas, com tonalidades que variam do vermelho ao alaranjado. Esse conjunto de cores e formas permite prever que o polinizador de uma determinada flor seja um beija-flor. As flores da sálvia e do cipó-de-são-joão representam bem os tipos visitados por beija-flores. Entretanto, algumas flores polinizadas por essas aves podem ser azuis ou brancas, como as de certos caraguatás. Nesse caso, as brácteas ou alguma outra parte da planta apresentam cor avermelhada, que atrai a atenção dos beija-flores.
Em áreas com desequílibrio da vegetação natural ou mesmo em certos períodos do ano, quando há maior escassez de alimento, os beija-flores tendem a se especializar nos bebedouros. A hipótese é que essa fase de especialização pode provocar um desequílibrio no organismo do animal, debilitando o seu sistema imunológico. Foi observado, principalmente nestes períodos de escassez, um aumento de doenças nestes pássaros, especialmente aquelas provocadas por fungos. Isso provavelmente pode ter origem na carência de alguns nutrientes que normalmente seriam encontrados em fontes naturais de alimento, como o néctar e artrópodes. Com a adição de sal na dieta líquida, percebeu-se um aumento na resistência às doenças, tornando-se incomum ver pássaros enfermos. Desta forma, além da troca diária da calda açucarada, é aconselhável acrescentar também uma pequena pitada de sal (NaCl). Na dosagem, o exagero de sal prejudica os pássaros, assim o ideal seria imitar a concentração do soro fisiológico.
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