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quinta-feira, 24 de abril de 2014

O lugar certo

Você conhece a filosofia do camelo?

Vou contar! Esta é uma história que não sei de quem se originou. Mas é bem interessante, para nos fazer pensar!


Uma mãe e um bebê, camelos, estavam por ali, à toa, quando de repente o bebê camelo perguntou:

- Por que os camelos têm corcovas?

- Bem, meu filhinho, nós somos animais do deserto, precisamos das corcovas para reservar água e por isso mesmo somos conhecidos por sobreviver sem água.

- Certo, e por que nossas pernas são longas e nossas patas arredondadas?

- Filho, elas são assim para permitir caminhar no deserto. Sabe, com essas pernas longas, mantemos nosso corpo mais longe do chão do deserto que é mais quente que a temperatura do ar e assim ficamos mais longe do calor. Quanto às patas arredondadas podemos nos movimentar melhor, devido à consistência da areia! - disse a mãe.

- Certo! Então, por que nossos cílios são tão longos? De vez em quando eles atrapalham minha visão.


- Meu filho! Esses cílios longos e grossos são como uma capa protetora para os olhos. Eles ajudam na proteção dos olhos quando atingidos pela areia e pelo vento do deserto! - respondeu a mãe com orgulho.



- Tá. Então a corcova é para armazenar água enquanto cruzamos o deserto, as pernas para caminhar através do deserto e os cílios são para proteger meus olhos do deserto. Então o que é que estamos fazendo aqui no Zoológico?

Então, qual é a moral desta história?


“Ter habilidades, conhecimento, capacidades e experiências, só são úteis se você estiver no lugar certo!"

Texto: www.bomdiahoje.com.br

sábado, 8 de março de 2014

Animais incríveis: o morcego gigante australiano que tem cara de raposa.

Ai você imagina um morcego e te vem a cabeça tantos filmes (incluindo os de vampiro) em que você viu esse grupo animal retratado e tanto drama, terror e suspense. E então você descobre um morcego que pode chegar a 2 metros de envergadura e ainda é parecido com uma raposa. Calma!!! Pois esse gigante é só mais um animal que precisa ser estudado.
Os morcegos-raposa (gênero Pteropus)são encontrados na África, na Ásia e na Oceania. São sociáveis (vivem em grupos de até 2 mil indivíduos) e dóceis.

Classificação:
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Infraclasse: Placentalia
Ordem: Chiroptera
Família: Pteropodidae
Género: Pteropus (Erxleben, 1777)
Espécies do gênero: 65


Modo de vida:
Durante o dia podem ser encontrados em árvores perto de manguezais e também em coqueirais. Como morcegos, sua atividade é principalmente noturna.
São silenciosos durante esse momento mas ao retornarem para seu descanso emitem sons, provavelmente para competir por espaço pois vivem em grandes grupos.
Como mamíferos, geram apenas 1 filhote, que nos primeiros dias de vida, devido a sua fragilidade, fica grudado ao corpo da mãe em todas as atividades que ela realiza.
Em grupos pequenos, saem em busca de comida (frutas, néctar e flores) e podem percorrer grandes áreas (até 50 km). Por se alimentarem de frutos, são muito importantes para o equilíbrio ambiental pois são preciosos dispersores de sementes e também são polinizadores de flores. Isso tudo é fundamental para o equilíbrio da cadeia alimentar e da biodiversidade.

Devido a seus hábitos alimentares, esses morcegos procuram por comida em pomares e cultivos comerciais de frutas o que os expõe ao animal Humano. Esse convívio não tem sido pacífico para os morcegos Pteropus sp. Muitas vezes os agricultores os matam quando os encontram se alimentando de seus cultivos. Alguns também são caçados para servirem de alimento (essa incrível mania de matar, matar...!).

Mas vamos pensar:


Então o humano deve ter isso bem claro. Respeitar os animais que vivem ali, seus ciclos, seus hábitos.
Para a área de cultivo ser preparada DESMATA-SE um espaço em equilibro. 
Cada vez mais as áreas urbanas se aproximam das áreas de conservação e refúgios da vida silvestre.
Muitos ainda se assustam com o tamanho do animal e por "medo", matam o animal.
Os animais geralmente só se defendem quando são acoados. Até nós fazemos isso. O único animal que impõe o medo e a maldade é o ser "humano". Lembre-se sempre que quem coloca medo nos animais somos nós: nós destruímos, matamos e praticamos a maldade.
Animais domésticos tendem a entrar em confronto com animais silvestres. O que nunca será bom. Quando encontrar um animal silvestre tente não interferir na vida dele e provavelmente ele nem se importará com você.
Nenhum animal irá atacar um humano em situações normais. Nós não estamos incluídos em seu cardápio. O motivo é esse e é bem simples. O que acontecem são acidentes. O percentual é muitíssimo menor do que a chance de você sofrer um acidente de trânsito, cair de bicicleta ou levar uma bala perdida. Não se preocupe. Esses morcegos jamais te atacariam.
E ai, onde está o problema?
O problema continua sendo os humanos, sua ambição, falta de conhecimento e maldades. E para não se ter medo, deve-se ter informação, conhecimento.
Eu pessoalmente gosto muito desse animal. Se tiver a chance quero vê-lo pessoalmente.


5.fev.2014 - Um voluntário liberou um morcego gigante, conhecido como raposa-voadora (Pteropus vampyrus), em Sydney, na Austrália. Todos os anos, milhares de animais selvagens nativos são resgatados por voluntários em árvores da região Rob Griffith/AP Fonte

Curiosidades

  • Existem um pouco mais de 1100 espécies de morcegos.
  • Morcegos hematófagos (que se alimentam de sangue) podem transmitir raiva. De tantas espécies, só 3 são hematófagas.
    • Ainda que o perigo de transmissão de raiva se resuma aos locais onde essa doença é endêmica, dos poucos casos relatados anualmente em algumas localidades, a maioria é causada por mordidas de morcegos. Porém, na maioria dos lugares, especialmente nas cidades, os principais transmissores da raiva ainda são cães e gatos. Embora a maioria dos morcegos não tenha raiva, os que têm podem ficar pesados, desorientados, incapazes de voar, o que torna mais provável que entrem em contato com seres humanos. Outras mudanças no comportamento do morcego contaminado são atividade alimentar diurna, hiperexcitabilidade, agressividade, tremores, falta de coordenação dos movimentos, contrações musculares e paralisia, seguida de óbito. O maior problema relacionado à raiva transmitida por morcegos são as mortes de animais de criação, principalmente bois . Os principais morcegos transmissores de raiva são da subfamília Desmodontinae (família Phyllostomidae), os famosos morcegos vampiros, porém morcegos de outros tipos também podem se contaminar e transmitir a doença. Fonte
  • 70% dos morcegos se alimentam de insetos. Isso é importantíssimo para o controle dessas populações.
  • Possuem ainda o extraordinário sentido da ecolocalização (biossonar ou orientação por ecos), que utilizam para orientação, busca de alimento e comunicação.
  • Ao contrário dos pássaros que voam de qualquer lugar, os morcegos planam, ou seja, precisam saltar de um local alto e utilizar a física para se manter lá. Se caem ao chão, eles procuram um lugar para escalar para saltar e planar novamente.
  • O termo "morcego" tem origem no nome arcaico para "rato", "mur" (do latim mure) com "cego", significando, portanto, "rato cego".



segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Animais incríveis: Dragões reais.


A PONTE PARA O SEMPRE

Pensamos que, às vezes, não restou um só dragão.

Não há mais qualquer bravo cavaleiro, nem uma única princesaa passear por florestas encantadas.

Pensamos,, às vezes, que a nossa era está além das fronteiras, além das aventuras. Que o destino já passou do horizonte e se foi para sempre.

É um prazer estar enganado.

Princesas e cavaleiros, encantamentos e dragões, mistério e aventura... não existem apenas aqui e agora, mas também continuam a ser tudo o que já existiu nesse mundo.

Em nosso século, só mudaram de roupagem. As aparências se tornaram tão insidiosas que as princesas e cavaleiros podem se esconder uns dos outros, podem se esconder até de si mesmos.

Contudo, os mestres da realidade ainda nos encontram, em sonhos,
para nos dizerem que nunca perdemos o escudo de que precisamos contra os dragões; que uma descarga de fogo azul nos envolve agora, a fim de que possamos mudar o mundo como desejarmos.

A intuição sussurra a verdade!
Não somos poeira, somos magia!
Feche os olhos e siga sua intuição.
Richard Bach

Hora de se render aos encantos dos verdadeiros dragões, pequenos porém encantadores.


Repülő sárkány - Draco volans from REPTILE PLANET on Vimeo.


Draco volans - Referência

Classificação científica
Reino: Animalia
Filo:  Chordata
Subfilo: Vertebrata
Classe: Reptilia
Ordem: Squamata
Subordem: Sauria
Família: Agamidae
Gênero: Draco (Linnaeus, 1758) 

Draco é uma gênero de lagartos da família Agamidae, vulgarmente chamados dragões-voadores, que se distinguem pelas suas membranas em forma de "asa" que lhes permitem planar de árvore em árvore.¹

_______________Atenção: as aves voam, outros animais planam!




Os Draco são arborícolas insectívoros e, embora não sejam capazes de voo auto-propulsionado, conseguem planar distancias até 60 metros (Uau!!!!), perdendo apenas 10 metros em altura, o que é uma distancia considerável atendendo a que esses lagartos medem cerca de 20 cm.¹



Reprodução:
A única ocasião em que um destes lagartos se aventura no chão é quando uma fêmea está pronta para por os ovos - ela desce da árvore onde está e faz um ninho cavando um buraco no chão com a cabeça; então põe entre 3 e 5 ovos e volta a encher o buraco. Ela vigia o ninho durante cerca de 24 horas mas depois abandona-o e não tem mais nenhum contacto com as suas crias.
Linnaeus atribuiu o nome a este gênero a partir da palavra latina para os dragões mitológicos. ¹




Draco volansReferência

Draco volans - Referência


Um dragão jamais pertence a, nem mora com alguém. Seja uma pessoa banal igual a mim, seja unicórnio, salamandra, harpia, elfo, hamadríade, sereia ou ogro. Duvido que um dragão conviva melhor com esses seres mitológicos, mais semelhantes à natureza dele, do que com um ser humano. Não que sejam insociáveis. Pelo contrário, às vezes um dragão sabe ser gentil e submisso como uma gueixa. Apenas, eles não dividem seus hábitos.
Caio F Abreu


1 Wikipedia - Draco ( Ross. Flying DragonsExtraordinary Animals: An Encyclopedia of Curious and Unusual Animals (em Inglês). [S.l.]: Greenwood Publishing Group, 2007. Capítulo: 4 . Getting from A to B: Solutions to the Problem of Movement. , 298 p. p. 122-124)
adaf


segunda-feira, 6 de maio de 2013

Momento de tristeza para a comunidade científica: extinção animal.


A pessoa que faz biologia geralmente é do tipo de pessoa que acredita que todos e todas as espécies devem conviver em harmonia, que é preciso respeito mútuo.
Hoje uma notícia muito triste (mais uma delas!) me chocou. Um dos animais mais incríveis do mundo, o rinoceronte-negro do oeste foi declarada EXTINTA.
É muito estranho. Um dia terei filhos e mostrarei uma espécie que só existiu "na minha época". Ou seja, de hoje em diante, nunca mais veremos esses belos animais vivos.
Esse rinoceronte vivia na África e deve ter sofrido com a caça e o abate indiscriminado, negligenciado por muitos governantes, desrespeitado enquanto criatura incomparável de uma trama muito maior chamada biosfera. E a partir de agora não mais os veremos.

Foram caçados por seus chifres que valiam no mercado negro aproximadamente 1.000,00 dólares cada. Esse era o preço da vida desses animais. E que se dane o respeito a algo maior, que se dane o respeito a vida. Por esse preço, mesmo estando muito ameaçado nos últimos anos, continuavam a matar cerca de dois rinocerontes por dia. Só em 2012 mais de 300 foram mortos.


 A maioria dos rinocerontes são baleados e deixados para morrer em agonia, enquanto os caçadores decolam com seus 6-7 quilos de chifres. Os lucros deste comércio ilegal e atroz são elevados. Um único chifre pode ser vendido para os intermediários por até 65.000 dólares por quilo. Eventualmente, os chifres são moídos e acabam nos mercados chineses e vietnamitas, onde são vendidos por grama, criando um lucro estimado para a máfia da região de $1.000.000 dólares por chifre.(1)

O ser humano realmente me envergonha. De todas as espécies, os "humanos" são os únicos que matam por prazer, por motivos fúteis, por "esporte" e para alimentar sua gula.

Qual será o futuro dos meus filhos e netos?
Qual o planeta nossa espécie está deixando para as próximas gerações?
Quantos outros animais serão extintos pela ganância e pseudo cultura de alguns?

Segue a ficha taxonômica: (3)


Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Infraclasse: Placentalia
Ordem: Perissodactyla
Família: Rhinocerotidae
Gênero: Diceros
Espécie: D. bicornis (Linnaeus, 1758)


Leia mais em:
1: Força O.R.C.A protege rinocerontes em perigo na África do Sul 
2: Rinoceronte-negro-do-oeste é declarado oficialmente extinto
3: Wikipedia: Rinoceronte Negro

sábado, 2 de março de 2013

Animais incríveis: Janthina globosa

Fonte da imagem

Janthina globosa é um gastrópode marinho da família Janthinidae, que têm coloração roxa e violeta. Possui aproximadamente 3,5 cm (o maior registrado tinha 3,85 cm) e vive até 13 metros de profundidade.

Fonte da imagem



Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Mollusca
Classe: Gastropoda*
Superfamília: Epitonioidea
Família: Janthinidae
Gênero: Janthina
Espécie: J. globosa Swainson , 1822

*  (CaenogastropodaHypsogastropoda, -grupo  informal: Ptenoglossa)
Fonte da imagem

Referências Bibliográficas:
http://en.wikipedia.org/wiki/Janthina_globosa

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Animais incríveis: Tucanaçu

(veja a imagem em seu local original)


Classificação Científica: 
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Piciformes
Família: Ramphastidae (Vigors, 1825)
Espécie: R. toco
Nome Científico: Ramphastos toco (Statius Muller, 1776)
Nome em Inglês: Toco Toucan



(veja a imagem em seu local original)

Habitat: florestas da América do Sul, da Amazônia ao Paraguai, Bolívia e Argentina. Encontrado na região central do Brasil. Não encontrado na faixa litorânea de nosso País.
Nomes vulgarestucano-toco, tucanuçu, tucanaçu, tucano-grande e tucano-boi.
Longevidade: 20 anos
Peso: aproximadamente 550 gramas.
Penugem: negra com papo branco e mancha vermelha abaixo da cauda.
Hábito alimentar: onívoro - Frutas, sementes, pequenos invertebrados e artrópodes, chegando a se alimentar de ovos e pequenas aves. Para ingerir, lança o alimento para o alto, para trás, direcionando-o para a garganta e o engole.
Características marcantes

  • grande bico (tecido ósseo esponjoso) amarelo-alaranjado de até 20 cm de comprimento, altamente resistente e cortante que movimenta-se como pinça na captura de alimentos. Apesar das características deste órgão, o bico é altamente leve.
  • Pálpebras azuis ao redor dos olhos circundados por uma faixa amarela.

Reprodução: o ninho é feito em troncos ocos de árvores, sempre no alto ou em cupinzeiros. Bota de 2 à 4 ovos e a incubação dura em média 18 dias. Nessa época o macho alimenta a fêmea que fica no ninho para proteger seus ovos e filhotes de seus principais predadores: macacos e gaviões.
(veja a imagem em seu local original)

Hábitos: vivem em pares ou bando, voando de forma organizada em fila indiana. Dorme virando a cabeça para trás e posicionando o bico sobre o corpo diminuindo seu tamanho em até 2/3 e ocupando menos espaço nos troncos ocos onde outros de sua espécie repousam.

Referências bibliográgicas:
Wikiaves. Tucanaçu
O Eco: O grande tucano-toco apartidário

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Animais incríveis - Atolla wyvillei

Hoje inauguro a série ANIMAIS INCRÍVEIS.


Classificação
Reino: Animalia
Filo: Cnidaria
Classe: Scyphozoa
Ordem: Coronatae
Família: Atollidae
Gênero: Atolla
Espécie: Atolla wyvillei Haeckel, 1880 [1]

Também conhecida como medusa coronata, Atolla wyvillei é uma espécie marinha e pode ser encontrada em diversas partes do mundo [2]. Seu nome vem de seu descobridor, Charles Wyville Thomson. Possui 22 tentáculos longos distribuídos ao redor do corpo [3] o que facilita a captura de alimentos [4]. É uma espécie bioluminescente [5] e ao atacar emite luminescência para atrair e confundir a presa. Por isso um dos seus nomes vulgares é "alarm jellyfish", algo do tipo água-viva de sinal. [6] 


Apesar da coloração avermelhada, ao emitir luminescência o animal ganha coloração azul. 


Todas essas característica incríveis para um animal de aproximadamente 15 cm de diâmetro e que pode viver entre 500 e 5000 m de profundidade. [7]
Vale ressaltar que por ser uma medusa, o animal possui simetria radial.

Referências Bibliográficas


  1. Wikipedia.com - Atolla wyvillei
  2. Cornelius, P. (2012). Atolla wyvillei. Accessed through: World Register of Marine Species at http://www.marinespecies.org/aphia.php?p=taxdetails&id=135282 on 2012-12-17
  3. Russell, F.S., 1970. The medusae of the British Isles. II. Pelagic Scyphozoa with a supplement to the first volume on Hydromedusae. Cambridge University Press, Cambridge, 284 pp.
  4. Boltovskoy, D., editor, 1999. South Atlantic Marine Zooplankton cited in Marine Species Identification Portal: http://species-identification.org/species.php?species_group=zsao&id=2415
  5. Hunt, J.C. & D.J. Lindsay, 1998. Observations on the behavior of Atolla (Scyphozoa: Coronatae) and Nanomia (Hydrozoa: Physonectae): use of the hypertrophied tentacle in prey capture. Plankton Biology and Ecology, 45, 239-242.
  6. Herring, P.J. & E.A. Widder, 2004. Bioluminescence of deep-sea coronate medusae (Cnidaria: Scyphozoa). Marine Biology, 146: 39-51 {{cite web|last=Widder|first=E.A.|title=Eye in the Sea|url=http://oceanexplorer.noaa.gov/explorations/05deepscope/background/eyeinsea/eyeinsea.html%7Cwork=Operation Deep Scope 2005|publisher=accessdate=10 February 2013
  7. Real Monstros: Atolla jellyfish
Referências das imagens: Real Monstros: Atolla jellyfish

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