terça-feira, 28 de agosto de 2012

PADRE NUESTRO ECOLÒGICO

Padre Nuestro que estás en el bosque, en el mar, en el desierto y en la ciudad.
Santificada sea tu creación, pletórica de desarrollo, fuerza y vida.
Venga a nosotros tu sabiduría, para proteger y desarrollar la belleza que nos has dado, que está en la flor y el arco iris, en el agua, y en la fértil madre tierra, en el cálido aliento del sol y en la fresca oscuridad del descanso.
Hágase Señor tu voluntad, para que seamos personas humanas a tu imagen y semejanza, los que asumamos el reto de mantener el proceso vital de tu creación.
Danos hoy el verdor de cada día, en el prado y en el monte, en el jardín y en la tierra que agoniza.
Perdona nuestra irresponsabilidad, al no cuidar lo que nos has dado, como nosotros, por el amor, perdónanos a los contaminadores y les instamos con vehemencia a que abandonen
su trabajo de destrucción.
Y no nos dejes caer en la desertización, que a la muerte conduce, que niega tu obra y aniquila la vida.
Y líbranos del conformismo, para que se trasformen nuestras vidas, en fuerza dinámica, que reproduce la vida,

Amén
(Reynaldo Cornejo)

p.s.: Copiado do Facebook


Pai nosso que estais na floresta, no mar, no deserto e da cidade.
Santificado seja o teu criação, pletórico de desenvolvimento, força e vida.
 Tua sabedoria, para proteger e desenvolver a beleza que você nos deu, é em flor e arco-íris, água e terra na mãe fértil no bafo quente do sol e na escuridão fresca de quebrar.
 Tua será feito, de modo que nós somos seres humanos em sua imagem e semelhança, aqueles que aceitarem o desafio de manter o processo vital de sua criação.
 Dê-nos o verde todos os dias, no gramado e na floresta, no jardim e no chão morrendo.
 Perdoa a nossa irresponsabilidade, não se importando com o que eles nos deram, como nós, amar, perdoar os poluidores e exorto-vos fortemente a abandonar
sua obra de destruição.
 E não nos cair na desertificação que leva à morte, ele se nega e destrói sua vida profissional.
 Livra-nos da conformidade, para que trasformen nossas vidas em força dinâmica que reproduz a vida
Amém

domingo, 19 de agosto de 2012

Eu vegetariana

Sim sou vegetariana desde novembro de 2011. Cada dia minha consciência está mais tranquila em relação a não fazer um outro ser vivo sofrer ou não financiar ou apoiar que faz.

Hoje deixo aqui um texto sobre direitos dos animais. Espero que visitem o site, leiam bastante e revejam seus conceitos.


1. Todos os seres capazes de sentir (seres sencientes), humanos ou não-humanos, têm um direito: o direito básico de não ser tratados como propriedade dos outros.

2. Nosso reconhecimento desse direito básico significa que devemos abolir, em vez de simplesmente regulamentar, a exploração institucionalizada dos animais — porque ela pressupõe que os animais sejam propriedade dos humanos.

3. Assim como rejeitamos o racismo, o sexismo, a homofobia e o preconceito contra as pessoas de idade, rejeitamos o especismo. A espécie de um ser senciente não é razão para que se negue a proteção a esse direito básico, assim como raça, sexo, orientação sexual ou idade não são razões para que a inclusão na comunidade moral humana seja negada a outros seres humanos.

4. Reconhecemos que não vamos abolir de um dia para o outro a condição de propriedade dos não-humanos, mas vamos apoiar apenas as campanhas e posições que promovam explicitamente a agenda abolicionista. Não vamos apoiar posições que reivindiquem supostas regulamentações melhores da exploração animal. Rejeitamos qualquer campanha que promova sexismo, racismo, homofobia ou outras formas de discriminação contra humanos.

5. Reconhecemos que o passo mais importante que qualquer um de nós pode dar rumo à abolição é adotar o estilo de vida vegano e educar os outros sobre o veganismo. Veganismo é o princípio da abolição aplicado à vida pessoal. O consumo de carnes (vaca, ave, pescado, etc), de laticínio, ovo e mel, assim como o uso de animais para roupas, entretenimento, pesquisa ou qualquer outro fim, são incompatíveis com a perspectiva abolicionista.

6. Reconhecemos a não-violência como o princípio norteador do movimento pelos direitos animais.

© Ediciones Ánima

Tradução: Regina Rheda

Veg Artigos

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Árvores, sociedade e cultura: Será que somos exploradores antiéticos, consumistas patológicos e cidadãos sem valores?

Crescemos em um País onde usar a natureza para fins capitalistas se tornou um hábito. Fomos colonizados para explorar recursos locais, as gerações passadas cresceram assim e possivelmente os seus pais cresceram assim. Hoje vivemos o desafio da sustentabilidade, da preservação dos poucos recursos naturais que sobraram.
Infelizmente as pessoas (maioria delas) não visualizam um mundo para próxima geração e não se esforçam para conservá-lo. Vivemos o hoje - pego o saquinho do mercado, não separo o lixo, fico mais 10 minutos no banho, não presto atenção de onde vem e como é feito o alimento que consumo (ecologicamente falando), consumo por impulso, ...
A questão não é se podemos comprar, se podemos consumir. A resposta é se devemos, se é ético, se é certo.
Quando não se valoriza um bem comum, como os recursos naturais, a natureza e a VIDA, uma hora te cobrará suas responsabilidades.

Eu não me conformo na relação árvores - sociedade. Historicamente, creio que foram injustiçadas, exploradas e devastadas. Vejo todo dia bairros e condomínios brotarem nos centros urbanos e na região rural. Mas quando eles chegam as árvores caem. Por que?
Me pergunto os motivos de não podemos ter dezenas de conselhos e estudos realizados sobre desenvolvimento social sustentável. Acho que vivemos na sociedade do FAÇA - o mais rápido possível, com o mínimo de esforço possível. Não conserve!



Será que somos exploradores antiéticos, consumistas patológicos e cidadãos sem valores? 

Não!
Ainda existe salvação.
Li uma notícia que me deixou bem feliz. 
 Historiador e professor da USP - Henrique Carneiro, 52 anos de cidadania.
Um historiador e professor da USP - Henrique Carneiro, 52 anos (poderia estar fazendo outra coisa, tendo outras prioridades), escutou o som de motosserras perto de sua casa e sentiu um incomodo (adoro essa sensação porque nos move para fazer algo novo). Ele morador de São Paulo, percebeu que funcionários iriam "podar" árvores perto de sua casa. - Para quem está de olhos abertos sabe bem que normalmente nessas podas as árvores são judiadas e praticamente mortas. - Ao ver que uma das árvores já havia perdido 3 partes do corpo, ops, digo tronco, ele decidiu subir em uma árvore como forma de protesto. Sua foto está espalhada pelo facebook (onde tive acesso à informação) e no jornal Estadão
Sim, o PROFESSOR mais uma vez fez a diferença. Mas antes de professor, ele é um cidadão consciente de seus valores e do valor que as árvores, a natureza e suas conexões, possui para a sociedade.
Olhem alguns trechos da notícia:
"Alguns riram de mim, outros até concordaram. As árvores estavam saudáveis, não atrapalhavam a rede elétrica e a ordem era de poda generalizada. Esse tipo de ação é irreparável. Depois de cortadas, nada poderia ser feito", afirma. "A herança brasileira é de destruição do verde, a começar pela Mata Atlântica. Há uma cultura 'antiárvore', as pessoas parecem ter horror ao verde. O que houve aqui foi crime, atentado ao espaço verde e lúdico."
"Segundo a Subprefeitura do Butantãa poda, no entanto, seria de uma única seringueira e não das 15 árvores podadas pelas motosserras (DU-VI-DO!). A justificativa seria garantir a segurança do local com mais luminosidade - argumento compartilhado por alguns moradores." Mas será que cortar as árvores é a única alternativa para melhorar a segurança da região?

Para o artista plástico Ivan Pereira, de 72 anos, a segurança é uma preocupação, mas outra solução poderia ter sido encontrada. "Precisamos de iluminação, mas o que fizeram aqui não foi poda, foi estupidez. Tenho uma foto do meu filho brincando naquela árvore quando ainda era uma criança. Cortaram 30 anos de história."
Ou seja, desvaloriza-se a árvore como patrimônio histórico natural, desvaloriza-se suas relações sociais e biológicas. Escolhem um caminho prático, antiético, ditador para ela.
A subprefeitura garante que, antes da execução dos serviços, agrônomos fazem vistoria e elaboram laudo técnico sobre a condição das árvores. Ainda segundo o órgão, podas são feitas quando as árvores apresentam más condições, estão prestes a cair ou interferem na fiação elétrica. 
Árvores não apresentam más condições. Árvores são árvores. Más condições quem dá é o ser humano, principalmente seus péssimos representantes que não são capazes para pensar políticas públicas descentes para a sociedade. As árvores provavelmente já estavam lá antes de chegarem os fios. Pensassem em novos caminhos para os fios. Isso me revolta demais. Representantes políticos incompetentes, políticas públicas deficientes.
Durante todo o dia, Carneiro e sua mulher, Sílvia Miskulin, de 41anos, também historiadora e professora universitária, ficaram de prontidão para evitar a poda. Eles procuraram vizinhos para pedir apoio e enviaram denúncia ao Ministério Público. O professor diz que, caso a empresa volte, subirá de novo nas árvores contra o corte. Segundo a Secretaria de Coordenação das Subprefeituras, o serviço será feito ainda nesta semana. 
Ainda bem que vivemos ainda em um local onde alguém toma a iniciativa de sair de sua zona de conforto para um bem maior. Esse cara é O PROFESSOR!

Referências Bibliográficas
Estadão: Professor sobe em árvore para impedir poda.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Cycloramphus sp. - mais uma nova espécie descoberta no Brasil.

Uma nova espécie de rã foi descoberta por pesquisadores da UFRRJ.
Cycloramphus sp.
Uma nova espécie de rã até então desconhecida pela ciência foi descoberta por pesquisadores da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). Com 3 centímetros de tamanho, pouco maior que a unha de um polegar, segundo o professor da UFRRJ Hélio Ricardo da Silva, o anfíbio do gênero Cycloramphus foi localizado no parque Cunhambebe, na Região Metropolitana do Rio.

Cycloramphus sp.
(...) O animal é frágil e habita uma área muito específica, na parte alta da queda d'água. A parte baixa foi represada há tempos para que o recurso natural fosse usado pela população de Itaguaí, diz Silva. "Esta espécie deveria ocorrer no rio todo, mas do ponto em que fizeram a represa para baixo ela não existe mais", pondera.
(...) Se desmatassem o entorno da cachoeira, as rãs descobertas talvez não sobrevivessem, reflete o professor. "Na área identificada, o animal é abundante. Então não dá para dizer que é uma espécie em extinção. Estamos avaliando a biologia dela ainda, as características."
(...) "Do ponto de vista da biologia, nós nos preocupamos em entender a história das espécies do planeta", pondera. 
A pequena espécie tem habilidade de se camuflar em seu hábitat. A publicação deve acontecer na revista Zootaxa de agosto e confesso que estou anciosa para a leitura do artigo e para saber o nome da espécie, que deverá levar em consideração a camuflagem do animal.
Pelo que li a descoberta ocorreu ao acaso durante um estudo para inventário da fauna local.
A espécie está sendo descrita em coautoria com a pesquisadora em biologia animal Daiane Ouvernay, também da UFRRJ  e o professor da UFRRJ Hélio Ricardo da Silva. Ele relata que a descoberta ocorreu "por acaso", quando o grupo buscava anfíbios em bromélias.

Sim, ainda existe muito trabalho a ser realizado.
Biólogos são bem vindos!

Referência Bibliográfica
G1 - Natureza

domingo, 5 de agosto de 2012

Espécie nova de anfíbio descoberta no Brasil.

Brachycephalus tridactylus
Brachycephalus tridactylus
(Ah vai, olha as patas que charme!)
Trata-se de um pequeno animal - cerca de 1,5 cm. O Anuro em questão, da espécie Brachycephalus tridactylus foi descoberto em regiões altas da Mata Atlântica no Estado do Paraná, Brasil. Essa fração do bioma onde ele foi descoberto possui cerca de 2,3 hectares. Apesar de ter sido descoberto pelo bióloga pelo biólogo Michel V Garey (PARABÉNS!!!) em 2007, apenas foi apresentado oficialmente este ano, em Junho, pela revista internacional de Herptologia.


A descoberta foi feita por pesquisadores da Universidade do Paraná que realizavam um estudo para comparar as espécies de rãs, sapos e pererecas
Em todo o planeta, são mais de 6,7 mil espécies descritas de anfíbios. O Brasil tem a maior diversidade destes animais, com 946 espécies conhecidas até o momento. No Paraná, apesar de existiram mais de 120 espécies de anuros, existe pouca informação sobre eles, segundo Michel Garey.

“Estamos observando um declínio global dos anfíbios por diversos motivos: poluição da água e do solo, desmatamento, aumento da radiação ultravioleta, doenças, fungos, vírus... Enfim, precisamos preservar os locais onde eles ocorrem e estudar seus hábitos”, afirmou o pesquisador. “Esta espécie, por exemplo, ocorre no topo dos morros onde o clima é mais ameno e úmido. Com o aumento da temperatura, ela pode não ter para onde ir, pois não existem lugares mais frios para ela se mudar”.
O patrocínio para essa pesquisa foi da Fundação O Boticário.

Referência bibliográfica
O Eco

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