domingo, 13 de janeiro de 2013
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Belezas do Rio de Janeiro
Abaixo uma amostra do parque.
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Arca de Noé
Imagem 1: The Animals Entering Noah’ Ark (Entrada de los animales en el arca de Noé), ca. 1570, Jacopo Bassano (called Jacopo da Ponte, Italian High Renaissance Painter, ca.1510-1592), Oil on canvas, 207 x 265 cm, Museo del Prado, Madrid, Spain.
A Arca de Noé era, segundo a religião abraâmica, um grande navio construído por Noé, a mando de Deus, para salvar a si mesmo, sua família e um casal de cada espécie de animais do mundo, antes que viesse o Grande Dilúvio da Bíblia. A história é contada em Gênesis 6-12, assim como no Alcorão e em outras fontes.
Conforme a tradição bíblica, Deus decidiu destruir o mundo por causa da perversidade humana, mas poupou Noé, o único homem justo da Terra em sua geração, mandando-lhe construir uma arca para salvar sua família e representantes de todos os animais e aves. A certa altura, Deus interrompeu o Dilúvio, fazendo as águas recuarem e as terras secarem. A história termina com um pacto entre Deus e Noé, assim como com sua descendência.
Mas, no século XIX, o desenvolvimento da Geologia e da Biogeografia tornaram difícil sustentar uma interpretação literal da história. A partir de então, os críticos da Bíblia mudaram sua atenção para a origem e os propósitos seculares da arca; no entanto, os intérpretes literais da Bíblia continuam a ver a história narrada como chave para sua compreensão da Bíblia e agora exploram a região das montanhas do Ararat, no nordeste da Turquia, onde a arca estaria descansando.¹
Fatos religiosos a parte, hoje, com tantos problemas climáticos que ameaçam a biosfera, vários cientistas tentam preservar as espécies vivas através de técnicas que privilegiam principalmente informações genéticas, análises ambientais e ecologia.
E é a genética que se destaca, pois é ali, a nível biomolecular, que estão as informações mais incríveis sobre todos os seres vivos.
Uma das iniciativas que merecem grande destaque e que foi apresentada em 19 de dezembro de 2012 pelo site G1, foi a criação de um banco de sementes e genes de animais, pelo Frozen Ark, criado em 1996. Neste local encontram-se genes de animais ameaçados ou não de extinção. Em minha opinião esta é uma iniciativa imensurável para a história da ciência.
Idealizado pela Faculdade de Biologia da Universidade Nottingham, no Reino Unido, o projeto já conta com o apoio de ao menos 15 instituições de várias partes do planeta, como China, Nova Zelândia e Estados Unidos.Segundo os organizadores, atualmente já existem preservadas em laboratórios mais de 46 mil amostras de DNA de animais vertebrados e invertebrados. A partir do material armazenado, será possível ler o código genético do animal, reconstruir suas proteínas e outras moléculas, além de obter informações sobre sua história evolutiva.Mas, o mais importante é que estas células congeladas, presentes em amostras de tecido, espermatozoides ou mesmo ovos, poderão ser usadas posteriormente para introduzir a variação genética conservada em animais criados em cativeiro.²
Outro projeto que visa principalmente criar um banco de reservas (sementes) de alimentos para o planeta é o Banco Internacional de Sementes de Svalbard, localizado numa pequena ilha da Noruega e que foi inaugurado em 2008.
O "cofre alimentar " foi instalado na região do Ártico com uma infraestrutura capaz de armazenar 4,5 milhões de amostras de sementes de todas as espécies cultivadas pelo homem.Com apoio da FAO, braço da Organização das Nações Unidas para a Agricultura, o banco foi escavado em rochas geladas a 70 metros de profundidade e será mantido a uma temperatura de -18 ºC. Ao menos cem países já enviaram amostras de grãos, cereais e outros tipos de alimentos para conservação, inclusive o Brasil.
A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que preserva os recursos genéticos na forma de sementes resfriadas a – 20 ºC desde 1960, enviou no último mês de outubro amostras de arroz e milho, e em breve deve enviar amostras de feijão.²
A iniciativa de preservar sementes já é feita em alguns países. Porém a iniciativa em manter, em um só local, várias amostras, torna tudo mais organizado e eficaz.
Imagem 3: Amostras de semente de arroz que foram enviadas pela Embrapa a Banco de Sementes de Svalbard, na Noruega (Foto: Divulgação/Embrapa)²
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1 - Wikipédia: A arca de Noé -
2 - G1: 'Arcas de Noé' protegem sementes e genes de animais para o futuro
p.s.: Imagens retiradas das seguintes fontes:
Imagem 1.
Imagens 2 e 3: reportagem (G1) e
domingo, 21 de outubro de 2012
Homo hibridus
De que espécie você é?
Certo se você respondeu Home sapiens sapiens ou apenas humanos. Mas... na verdade nós não temos um DNA puro. Somos (em nossa maioria) híbridos!
Vou explicar:
Homo sapiens sapiens e Homo neanderthalensis (o famoso neandertal) praticavam sexo. Se você não é 100% afriacano (os sapiens surgiram na África), você tem 6% de DNA neandertal. Esses traços da outra espécie são mais comuns em pessoas da Europa e da Ásia. Ou seja, quase todo mundo é híbrido.
Você sabia?
Referência bibliográfica: Revista Superinteressante, edição 310, p. 53 e 54, out/2012, Editora Abril, São Paulo.
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Dúvidas sobre taxonomia e escrita científica? Leia mais aqui.
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Qual o formato de um formigueiro?
Obs.: Se você não sabe inglês então... apenas olhe. O vídeo é praticamente autoexplicativo.
E no final falamos assim: INCRÍVEL!
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Bebê enxerga?
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Por Dr. Roberto Cooper – Pediatra*
Do Bolsa de Bebê
O bebê enxerga desde o nascimento, só não consegue, ainda, focar em um bjeto central. Sua visão é o que chamamos periférica (enxerga o que está mais nas laterais dos olhos). No nascimento, a sensibilidade à luz é grande e, por esse motivo, as pupilas ficam mais contraídas (pequenas). Aos poucos o bebê vai desenvolvendo a capacidade de focar em objetos centrais e, ao completar um mês, enxerga objetos colocados na sua frente, entre 20 e 40 cm. Por volta de um mês, o bebê vai começar a acompanhar o movimento de objetos grandes, desde que se movam bem lentamente. É apenas o começo dessa aptidão. Nesta época, com um mês de vida, o bebê ainda não distingue cores e sua atenção é para objetos com mais brilho ou intensidade de cor. Também tem sua atenção chamada por contrastes, como preto e branco. De todos os objetos que possam ser apresentados, o rosto humano é o preferido dos bebês e, mais especificamente, os olhos. Um bom exercício é, segurando seu bebê no colo, na sua frente, mover lentamente sua cabeça para um lado e para o outro.
Com 3 meses de idade, um bebê habitualmente acompanha um objeto que se mova na sua frente. Nessa idade já é capaz de reconhecer alguns objetos e pessoas mais familiares. A identificação de cores vai progredindo e, em torno de 4 meses, já possui uma boa visão colorida. Também por esta época, consegue focar objetos mais longe e, não raro, vai encontrar seu bebê olhando para uma parede distante ou algum objeto que esteja mais longe.
Entre 4 e 7 meses a coordenação olho-mão se desenvolve plenamente, permitindo que o bebê alcance e pegue objetos. A partir dos quatro meses, o melhor estímulo para a visão é a variação de ambientes, incluindo passeios que permitem à criança observar objetos variados, sem necessidade de manter a atenção em um ou dois. Nesse período, a capacidade de prestar atenção é mínima ou nula, daí a importância de muitos objetos que possam ser olhados.
A partir dos 6 meses, leiam livros para seus filhos. Mostrem as figuras e falem, mudando o tom da voz, contando historinhas. Permitam que mexam nos livros, coloquem na boca, brinquem e não se preocupem em ler uma história inteira. Deixem que a atenção do seu filho determine o tempo de duração da leitura. Mas, tornem a leitura um hábito rotineiro, cotidiano. É o que há de melhor para desenvolver não só a visão, mas, também, a linguagem e o intelecto.
*Dr. Roberto Cooper é médico formado pela UFRJ em 1976
Residente de Pediatria do Hospital da Lagoa- 1976/1977
Título de Especialista em Pediatria pela Sociedade Brasileira de Pediatria
Médico do Instituto Fernandes Figueira- FIOCRUZ
Consultor da OMS até 1985
Contatos: consultoriorcooper@globo.com
http://www.robertocooper.com
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Texto original de: http://bebe.bolsademulher.com/0-a-1-ano/materia/o-bebe-enxerga-ou-so-ve-vultos-quando-nasce/
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